segunda-feira, 16 de junho de 2014

A Asa Pirata finalmente Voou

Depois de quase dois anos na arrecadação, lá ganhei coragem e levei-a a passear.
Voa muito bem, talvez seja o meu favorito até agora. No entanto precisa de um pouco mais de "power". Usei uma bateria 2S 1000mAh e não tenho a certeza se terei colocado o motor certo (1300KV vs 1700KV). Um dia destes experimento com uma bateria 3S.

A melhorar: a técnica de lançamento!

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Mini Prancha Voadora

Ora é isso mesmo amiguinhos, desta vez vamos voar em cima de uma prancha, quem sabe mesmo, fazer windsurf aéreo.

Tenho andado de olho em planadores e, como não quero gastar muito dinheiro, resolvi investigar o que se faz por aí, até chegar ao Swifter, uma prancha voadora para planar nas encostas. Quando estava a ler os conteúdos do fórum, encontrei um comentário interessante de um senhor que fez uma miniatura para o seu filho. O projecto é muito simples, realmente muito simples, e como tinha aqui umas sobras de placas de espuma, resolvi fazer uma no decorrer do serão.

São necessárias apenas cinco peças, tal como se pode ver na figura. Depois, com um pouco de fita-cola, unir as peças A e B nas extremidades marcadas com "xx". Dobrar uma sobre a outra, forçando pouco a pouco, e colar. Desbastar um pouco de espuma pode ajudar. Unir da mesma forma as peças C e D nas extermidades marcadas com "yy" e colar no centro da asa. Finalmente colar o triângulo E ao meio e bem vertical como se pode ver nas fotografias. Cuidado para manter os ângulos bem direitinhos e já está!
Nota: usem uma cola própria para esferovite, por exemplo UHU Por, pois outros tipos de cola podem derreter a espuma.

Enquanto a cola seca, devem fazer-se alguns acertos para que a asa fique equilibrada. Usei uma calculadora online para determinar a posição do CG: 1,9 cm a partir do início da asa. Depois usei umas anilhas até que ficar equilibrada.

A próxima tarefa, como podem imaginar, é ir para a rua, mas tenham cuidado com o vento, o avião é muito leve e pode não voar como pretendido. Se conseguirem, escolham um sitio com algum declive.



Veredicto: tendo em conta que é muito fácil de construir, deverá ser uma actividade interessante para fazer com crianças (cuidado com os x-actos). Todos participam e no final ganham um brinquedo que, mesmo que se parta, rapidamente se repara.

Sugestão: adaptar um gancho na parte de baixo da fuselagem para lançar o avião com um elástico. Ainda vou pensar melhor como fazer isto! :-)



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Micro STC já anda por altos vôos

Já passaram vários meses desde a minha última publicação. Entretanto estive ocupado com outros projectos até que finalmente consegui partilhar o pequenote Micro STC concluído.

Desde o último post este modelo não sofreu alterações. As peças em falta foram concluídas e a electrónica adicionada. Usa um brick do helicóptero V911, uma vez que inclui receptor, servos e ESC. O motor, hélice e pushrods são de um YAK 54 ultra micro da Nine Eagles. As baterias são Turnigy 160mah.


O peso total é de 38,7 gramas. Poderia ser ligeiramente mais leve se eu poupasse um pouco mais na cola. O nariz do hélice dá um aspecto ainda mais estranho ao avião que, já de si, é estranho, mas também não o quero para ser bonito.


O voo inaugural realizou-se na vinha e foi um sucesso. A manhã estava muito calma, embora de vez em quando soprasse uma brisa muito leve. O avião voou muito bem, ligeiramente pesado no nariz, mas nada que não se resolvesse reajustando a posição da bateria. Não gosta muito de vento pois é muito leve. Sempre que soprava uma brisa, ele era arrastado e o motor parecia não ter potência suficiente para o trazer de volta. Para terminar em grande, duas andorinhas aproximaram-se curiosas e voaram em redor do avião durante uns instantes (infelizmente não tenho fotos nem filme).

No geral fiquei muito satisfeito. Agora tenho que arranjar um compartimento no carro para que ande sempre comigo.


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Micro STC a caminho (parte 1)

Há uns tempos atrás resolvi gastar o resto de uma placa de kapaline que aqui tinha. A placa não é muito grande por isso escolhi construir um micro avião.
Procurei um pouco e escolhi o STC do user Waterdog que vi no rcgroups.
Os planos do STC original são demasiado grandes para o kapaline que tenho e por isso tive que os encolher.
Neste post estou também a testar a nova tecnologia CloudPT para alojar as fotografias que tirei. Veremos como se comporta!

Nota: este trabalho ainda não está concluido. Além disso, ainda me faltam algumas peças que encomendei e ainda não chegaram.

Primeira parte: Cortar o kapaline

Depois de imprimir e cortar as várias peças em papel, colei-as com fita-cola para servir de molde.


Entretanto cortei as asas porque eram mais simples e resolvi dar-lhes uma corzinha com uns marcadores.


Depois de ter as asas pintadas, mudei de ideias sobre o padrão, era muito americano e pintei algumas cores por cima. As estrelas foram à vida, o azul passou a preto e adicionei o verde. Para conseguir fazer o perfil da asa, pressionei a régua de metal na espuma para criar as depressões que vão ajudar a modelar o kapaline.

Quando adquirir algum material que falta e a electrónica chegar, faço mais um post com as novidades.

A outra parte fixe, é que a CloudPT funciona bem para partilhar as fotos. Quando tiver tempo vou carregar um vídeo para ver se consigo fazer o embed no blog.


Planos do avião (autor WaterDog)

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

V911, não estás esquecido

Há algum tempo que não dava atenção ao meu helicóptero (WLToys V911). Talvez porque as baterias estavam descarregadas, não sei.
O certo é que há uns dias atrás descobri umas modificações engraçadas, não para este helicóptero em concreto, mas um quadcóptero: fuselagens em papel. Uma pesquisa rápida pelo meu helicóptero e zás! um novo mundo se abriu diante de mim.
Concretamente para o V911 (ainda) não encontrei. Por isso resolvi experimentar algumas fuselagens desenhadas para outros micro-helicópteros e perceber até que ponto funcionam no meu.

Comecei por uma fuselagem para o Blade mCPx que encontrei no forum helifreak. A fuselagem fica um pouco grande e foi necessário cortar o papel de lado para conseguir encaixar no chassis do V911.
Fuselagem V911 original e fuselagem de papel para mCPx

Depois experimentei uma fuselagem para o Walkera 4G6, também disponível no helifreak, mas se a anterior era grande, esta sim era gigantesca.
V911, 4G6 e mCPx

Finalmente tentei a do Blade mSR, mas já sabia à partida que não iria funcionar, uma vez que os DPI seleccionados para a impressão não estavam correctos e a imagem ficou demasiado pequena no papel. No entanto, foi o que melhor se adaptou ao V911. Tal como nos casos anteriores, a template foi obtida no helifreak, mas também encontrei outras noutro site (ehelis.de), embora não as tenha experimentado.
4G6, mCPx e mSR lado a lado. O 4G6 é gigantesco em
comparação com as restantes fuselagens.
Enquanto escrevia este post, descobri no ehelis.de algumas templates, embora simplistas, para o Nine Eagles Solo Pro II, o que é bom sinal, uma vez que o V911 é um clone do Solo Pro. Pode ser que estas fuselagens funcionem melhor que as outras.


Mas como o helicóptero não voa sozinho, resolvi gastar mais algum tempo e ver se de uma vez por todas faço o adaptador para o carregador que vi no hacksmods.

O Hacksmods é mais habilidoso do que eu, não há dúvida, mas eu também o fiz e deixo aqui algumas fotografias.

  
 

No final carreguei uma das baterias. Carregou durante 1h40m até que parei o carregador nos 4,15V. Agora compreendo melhor porque é que perdi tempo com todas aquelas molas para o carregamento em paralelo.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Pãozinho! om nom nom nom

Hoje surgiu a inspiração para inovar no pão feito em casa.
Em vez de seguir a receita tradicional e fazer o programa do costume, resolvi experimentar preparar a massa na máquina e fazer umas bolinhas e pães com chouriço, tal como os que se compram nas padarias.

A receita da massa foi adaptada da que vinha no manual de instruções da máquina:
1 ¼ copos de água
2 colheres sopa de azeite (na receita dizia para usar manteiga derretida, era o que tinha à mão)
1 colher de sopa de açúcar (2 na receita original)
1 ½ colheres de sobremesa de sal
3 ¼ copos de farinha de trigo
1 ½ colheres de fermento
(na receita original devia incluir 2 colheres de sopa de leite em pó, antes do açúcar)
Colocar os ingredientes na cuba, escolher o programa de massas e aguardar 1h30m até terminar.
Se me perguntarem quais as quantidades em unidades SI, não sei dizer. Uso as medidas que vinham com a máquina. Desta vez inovei usei fermento especial para vinho. Tenho metade de um pacote que sobrou da vindima e tem que se gastar. Na prática vai dar ao mesmo usar estas leveduras ou fermento de padeiro, uma vez que ambas são a mesma espécie: Saccharomyces cerevisiae.

Quando a massa ficou pronta, fiz umas bolas, dei forma e recheei os pães com chouriço. Deixei repousar mais 30 minutos.


 Depois vai ao forno durante 15 a 20 minutos a 190º


No final, delicioso! Taninos suaves, com aroma a frutos secos torrados. Se bem que não estava à espera do sabor do azeite, já me tinha esquecido dele. Quanto à textura, ficou fantástico, rivaliza com qualquer padaria.

Conclusão: hoje conquistei o pão com chouriço; amanhã a merendeira de sardinha!

domingo, 28 de outubro de 2012

Rise my children! Rise!

No post anterior mostrei a preparação do meu novo jardim de ervas aromáticas. Neste momento passaram duas semanas e as pequerruchas já sairam da casca para espreitar os primeiros raios de sol.
As fotos abaixo mostram a evolução nestes últimos dias.

Dia 0 - Foram semeadas


Dia 1 - Sem grandes alterações

Dia 2 - Nada a declarar

Dia 3 - Boring...

Dia 4 - Mais vale esperar sentado

Dia 5 - O que vale é que não tenho mais nada para fazer

Dia 6 - Na mesma como a lesma

Dia 7 - Alto lá! O que vem a ser isto?

Dia 8 - Agora perderam a vergonha!

Dia 9 - Dá-lhe gás!

Dia 10 a 14- Férias (out of office)

Dia 15 - Estão tão crescidos!


Agora tenho que regar e esperar que cresçam ainda mais. As restantes fotos virão a seu tempo.